Sei que a cidade estava do outro lado. Um lugar que eu precisava chegar a todo custo. Um mar me separava do local onde se encontrava meu destino.
A solução era enfrentar a tal balsa, que tinha um misto de barco viking e transatlântico. Por dentro era todo de madeira e algumas janelas nos proporcionava a visão esperada.
Ansiava que o barco desse a partida, mas quando eu olho pela janela tive a visão que nunca imaginara ter: as balsas quando chegavam a um determinado ponto, afundavam mar adentro, reaparecendo depois com os viajantes mortos.
Quis sair dali, fugir. Pedi pelo amor de Deus que abrissem as portas. Não estava no momento de partir para a eternidade. Queria apenas chegar do outro lado do mar.
Tarde demais, sinto a pseudo balsa caminhar.
Coração acelerado e despertador escandaloso fizeram com que eu acordasse seca e em terra firme.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário