Estava numa cidade onde as casas ainda eram feitas de pedras, será que eu tinha voltado no tempo?
Uma mulher estava para morrer e me deu o seu filho. Eu era a única que ela confiava.
Então a bondosa senhora partiu para sempre e nos meus braços estava aquele que encheria meus dias de alegria. Suas pequenas mãos fazendo gracinhas, seus olhos inocentes da cor do céu, a inocência da ignorância daquele momento tão cheio de dor.
De repente surgiu um bando e sequestrou o "meu filho", arrancando-o dos meus braços e fugindo com ele em cima de um cavalo.
Como um furacão em plena tarde de verão, corri atrás deles, corri como nunca na minha vida. Cheguei num beco escuro, a única luz que havia era a do luar. Encontrei um ser estranho que me disse onde o bando se refugiara, e fui em direção deles. Quando os encontrei, sem pensar e exitar, disse que daria a minha fortuna para ter meu bebê de volta.
Assim foi feito.
Sem uma moeda mas com o coração pleno de felicidade avistei meus pequenos olhos azuis vindo em minha direção engatinhando com um sorriso lindo estampado, me dando o conforto e portando de volta a calmaria dos meus dias. O que seria de nós daquele dia em diante, só Deus saberia!
Acordei assustada procurando o meu bebê!
terça-feira, 1 de maio de 2012
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